Aí vai um dos primeiros poemas que fiz, um pouco de Trovadorismo e Ultra-Romantismo :
Lira muda
As mais belas rosas a vós eu trago
para nesta vida alegrar meu amor.
No opaco copo de scotch me embriago
e esqueço de sepultar a minha dor.
A vós o ingênuo olhar puro, seu amigo,
sem macular o mais belo dos seres.
Só ofegar se morrer o ser comigo
que outrora afundou em vivos dizeres.
Se foi a vós que sinceramente amei
da terra maviosa a todos os mares,
é porque no espírito carreguei
a confiança de vossos olhares.
Hoje, se minha lira não tocar mais
é porque suas cordas enferrujaram
ao sugarem loucas chispas que jogais,
quando meus olhos para vós se elevam.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
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