Na mais fiel companheira, a solidão
os andarilhos das sinistras trevas
procuram, persistentes, união,
mas nas jornadas só encontram perdas.
A noite já está quase chegando,
quando eles já estão sugando
a monotonia, asas da manhã
e negando uma mente muito sã.
Esperam o álcool matar o atual,
sendo-lhes perfeitos vassalos.
Clamam ao deus Baco um ideal:
cavalheiros montados por cavalos.
Se não acharem a chave desta porta,
irão procurar na lasciva morte
a esperada resposta, sem sorte,
já longe de uma existência torta.
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